segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

FILHOS DE DEUS OU FILHOS DO EGITO? Uma reflexão sobre os frutos do espírito

O Grande segredo de Deus para o povo de Israel era tirar a mentalidade de escravo do povo. Muitos crentes vivem com a mente cativas, aprisionadas e encarceradas com a vida que tinham no passado. E isso, tem como consequência, a falta da prosperidade de Deus. Mas o que é prosperidade? Entendendo o assunto conforme o significado da palavra, vemos que prosperar é “melhorar de condição; progredir; crescer, desenvolver-se; enriquecer”. [1] Isso segundo o nosso dicionário.
            
Sendo assim, quero ler o texto de Gálatas 5. 22 – 23 que diz: Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.

Sabemos que muitos desses frutos, ainda estamos em busca e procurando vive-las. Talvez, você pode está até um pouco triste, pois falei dessa forma. Mas, eu também estou procurando vive-las... Porém, o foco desse sermão é dizer que existem oito tipos de pessoas que nos chamam atenção pelo seguinte que são:
1.     Os altamente motivados
2.     Os motivados
3.     Os motiváveis
4.     Os indecisos
5.     Os poucos instruídos
6.     Os desatentos
7.     Os desanimados
8.     Os semimortos

A pior tragédia da nossa vida é: Não ter desejo de realizar algo. Lembrando que no nosso meio, no meio do povo de Deus, existem pessoas que enxergam algo que nós não enxergamos. Não é em forma de fofoca e sim em forma de espiritualidade, ou seja, tem sonhos, tem visão e tem planos para um futuro próximo. Mesmo que ele ainda ver, não toca e ainda nem sente. Entretanto, a fé dele, o faz enxergar e saber que o futuro dele vai ser diferente. Pois, quando paramos de sonhar, morremos.

O fruto do Espírito, passa pela fé... Que é a certeza de coisas que ainda não existem e não se ver. Chamo atenção pelo seguinte: O nosso sonho deve ser tão grande a ponto de provocar conversas ao nosso redor. Lembra-se de José? Ele estava na rota da prosperidade, e por isso, estava causando um alvoroço nos seus irmãos e também no inferno, uma vez que tentaram paralisa-lo.

Os fracos normalmente se tornam fortes na presença de pessoas ousadas... Uma vez que, precisamos relacionar com pessoas que tem objetivos mais intensos que o nosso. Pois, do contrario sempre nos encontraremos com as nossas limitações, uma vez que, não vamos nos sentir desafiados.

Uma vez que, um detalhe pode fazer toda diferença entre o sucesso e o fracasso, que é a qualidade das nossas decisões que dependem da nossa capacidade de ouvir pessoas que de nos dão direcionamentos, que nos emocionam e os que nos impactam. Isto é, que nos causam mudanças.

Preste atenção nisso: Israel sempre foi um povo próspero. Onde eles são colocados prosperam porque existem leis e estratégia que foram plantadas no coração desse povo como fundamentos para a prosperidade. E aqui, lembro agora da prosperidade santa que é: a ausência de necessidade, não é ter tudo o que quer mas ter tudo o que precisa. Amém!

Na Palavra de Deus, encontramos os frutos da terra como fundamental dessa prosperidade. Viver essa prosperidade, ou seja, viver esse fruto do Espírito atrai a prosperidade de Deus.

Conforme nossa intimidade com Deus aumenta, esses frutos são gerados em nós, mas para vivermos as promessas e a prosperidade de Deus, precisamos comer desses frutos. E para ter acesso a esses frutos do Espírito, precisamos morrer para os frutos da carne.

O sinal verdadeiro que saímos do Egito é a chegada do fruto do Espírito em nós... Ou seja, é um dos sinais. Pois, não somos mais escravos e sim filhos de Deus. Uma vez que, Deus nos mostra um estilo de vida adequada, saudável e prospera para Seus filhos.

Os frutos são: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Para tê-los precisamos verdadeiramente crucificar a carne. E aqui, vale a pena lembrar que quem nutrir, ou seja, alimentar, manter, mantiver e sustentar esses frutos em suas vidas, terá sucesso em todas as áreas da sua vida. Você crer nisso? Então precisamos nos livrar dos frutos do Egito, se não, nós não conseguimos frutificar na terra da nossa promessa. Olha só: Em João 12. 24 existe uma promessa para nós: Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.

Isso é um desafio para cada um de nós comer o melhor dessa terra... Precisamos deixar Jesus Cristo ser o primeiro lugar em nossa vida e também no nosso ministério. Morrer para o nosso "eu" e viver para Deus. Pois, todos que experimentaram do Deus Trino (Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo), foram saciados em todas as áreas. Essa é a verdadeira prosperidade! Prosperidade santa.

Que o Eterno venha nos trazer clareza e entendimento dessa palavra e que podemos sentir uma vontade de matar a nossa fome com os frutos do Espírito em Nome de Jesus Cristo. [2]    


[1]  http://estudos.gospelmais.com.br -  Acesso em 30 de novembro de 2015.
[2]  Sermão baseado no livro 365 dias Rompendo Limites. Pg . 18.

BATISMO - Nova vida, nova história.

Hoje, a Igreja Metodista em Colônia está em festa... Deus tem nos dado a graça de ver pessoas se quebrantando diante d`Ele e reconhecendo O Senhorio de Jesus Cristo. Quando reconhecemos a Jesus Cristo como O nosso único e suficiente Salvador, é entender que a nossa salvação passa por Ele conforme nos mostra a Palavra de Deus em João 14. 6 que dize: Que Ele (Jesus Cristo) É o caminho a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai, senão por Ele.

Para isso, vamos ler o texto Bíblico de Gálatas 3. 23 – 29 que nos mostra a seguinte afirmação da nossa salvação por Cristo Jesus:

Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados. Mas, depois que a fé veio, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então, sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa.

INTRODUÇÃO:

A palavra “Batismo” ela é um verbo que no Grego, significa mergulhar, afundar, imergir, submergir. [1] Isso representa para nós, o sinal exterior do abandono do mundo e da servidão do pecado. Uma vez que, saímos de escravos para filhos de Deus.
          
Esse texto que acabamos de ler lembra que: Antes de passar pelo processo do batismo, estávamos sujeitos ao pecado, ao erro, a ignorância das coisas que nos seduziam. Sendo assim, o batismo, passa pelo processo do “NOVO” de Deus. Uma nova vida, uma nova história, uma nova visão e a restituição de sentar do lado do Eterno e do Seu Filho Jesus Cristo no Grande dia que há de chegar.

Ei! Preste atenção nisso: João Batista, que batizava as pessoas no Rio Jordão, tinha como princípio pregar o arrependimento dos pecados. Fazendo as pessoas confessarem publicamente seus erros e levando cada uma delas a se prepararem para a vinda do Messias. Certo dia, Jesus saiu da Galiléia e foi para o Jordão a fim de que João Batista (seu primo) o batizasse. Chegando lá, quando João Batista viu a Jesus, ele disse: Que Jesus que tinha que batiza-lo... Entretanto, Jesus comenta que precisava se cumprir toda a justiça e que João Batista lhe batizasse.

Logo em seguida em que Jesus foi batizado, desceu sobre Jesus Cristo, em forma de uma pomba (que representa a mansidão e sacrifício), o Espírito Santo. E dos céus se ouviu uma voz que dizia sobre Jesus Cristo: Este é o Meu Filho amado, em quem me comprazo. (Cf. Mateus 3. 13 -  17).

DESENVOLVIMENTO:

Enfim... Existe uma simbologia no batismo como explicamos que é o arrependimento dos pecados, mas é também um sinal de um novo início de vida. É o nascer de novo. O batismo é um padrão de mudança, pois quando aceitamos esse desafio, verdadeiramente entendemos o que é ter um Super-herói... E esse Super-herói é Jesus Cristo de Nazaré. Que curou, libertou, ensinou, parou tempestade, andou sobre as àguas, multiplicou alimentos, alimentou multidões, ressuscitou mortos e quando foi pregado numa cruz... Teve poder de perdoar um ladrão e salvar o outro antes de morrer... Porém, no terceiro dia, Ele ressuscitou e está Vivo entre nós... E é por esse Super-herói que eu quis mudar de vida, pois o Seu amor me constrangeu. O Seu amor é inexplicável e incomparável.

Eu creio que o Deus que nós pregamos, juntamente com o Seu Filho Jesus Cristo e também pela ação do Espírito Santo, é um Deus de começo... Não importa como começamos, mas sim como vamos terminar. Em outras palavras, através de uma pequena decisão de mudança de vida, coisas grandes começam a acontecer.

Por outro lado, temos que ter a compreensão que ser batizado não é só ter história de sucesso e paz. É na verdade uma luta constante entre o velho homem e o novo homem. Vamos ter lutas, batalhas, fraquezas, derrotas, tentações, vamos ouvir muitas vezes não e até chorar.

Mas, olha só: O próprio Jesus Cristo, teve dificuldades na Sua vida e no Seu ministério... Entretanto, a Palavra de Deus afirma no Salmo 30. 5 que nos mostra o seguinte: O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem de manhã. Amém?

Por outro lado, vale a pena está em algumas guerras e batalhas, pois, nos mostra que somos totalmente dependentes da Graça de Deus. Olha só, a Lei e a Graça de Deus andam juntas.

Sabe por quê?

1)      A Lei de Deus, diferente das leis dos homens, nos mostra que temos que ter limites. E quando nos é tirado esse limite, somos destruídos. Por isso, a Lei de Deus era e é necessário. Ela não tirava e não tira a nossa liberdade, mas, o seu verdadeiro sentido de nos proteger.

2)      Já a Graça de Deus que é um favor não merecido de Deus para nós. Mas que, através de Jesus Cristo nos alcançou...


Jesus Cristo mostrou concretamente a forma graciosa de Deus agir em favor daqueles que nada tinham para oferecer. Onde o próprio Apostolo Paulo reconhece que a graça de Deus está na base da salvação dada por Deus ao ser humano, através de Jesus Cristo, Seu Filho amado.   [2]

Em outras palavras, quero mostrar para cada um de nós o seguinte: A importância do batismo é essa nova oportunidade de sair das trevas e entrar na luz. É um “renovo” (que na palavra hebraica coincide com a palavra necer que é um dos títulos do Messias). [3] E fazer parte de filhos legítimos do Eterno.

CONCLUSÃO:

Só para terminar esse sermão sobre o batismo, reflito sobre os pensamentos de Gary Fisher que nos mostra uma coisa muito interessante sobre as águas onde diz:

Muitas vezes Deus fez uso da água como linha divisória. Nos dias de Noé, a água do dilúvio separava o mundo pecaminoso da nova vida num mundo purificado (Gênesis 6-8). No êxodo, a água do mar Vermelho era a linha divisória entre a escravidão e a liberdade (Êxodo 12-15). Nos dias de Naamã, a água do rio Jordão era a linha divisória entre a lepra e a purificação (2 Reis 5). Nos dias do cego, a água do Tanque de Siloé era a linha divisória entre a cegueira e a capacidade de ver (João 9). Por que Deus usou a água nesses casos, eu não sei. Mas, sem dúvida, não nos deve parecer estranho que Deus tenha feito a água no Novo Testamento ser a linha divisória entre a velha vida de pecado e a nova vida em Cristo. O batismo não é o único requisito para a salvação hoje, mas não podemos ser salvos sem ele. "Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus" (João 3:5). [4]

Que Deus na Sua graça e Sabedoria nos dê o entendimento dessa palavra.



Sermão pregado no dia 20 de Dezembro 2015 na Igreja Metodista em Colônia - BM




[1] FILHO. Fernando Bortolleto. Dicionário Brasileiro de Teologia. São Paulo: ASTE, 2008. pg. 84.
[2] FILHO. Fernando Bortolleto. Dicionário Brasileiro de Teologia. São Paulo: ASTE, 2008. pg. 461-462.
[3] Bíblia Shedd. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2. ed. rev. e atual. No Brasil. São Paulo: Vida Nova; Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1997. pg. 1330.
[4] Http://www.estudosdabiblia.net – Acesso em 21 de Dezembro de 2015.

sábado, 20 de junho de 2015

CONHECENDO A VONTADE DE DEUS

TEXTO MOTIVACIONAL

Romanos 12. 2 que diz: Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conheceram a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele. (NTLH)

INTRODUÇÃO:
Quando falamos de viver neste mundo, estamos falando de viver ao contrario de muitas pessoas que não vivem segundo os princípios de Deus. Quando Deus nos faz um convite para mudar a nossa mente, mudar o nosso comportamento, Ele está na verdade dizendo que precisamos ter idéias e comportamento de nobrezas. Pois, mesmo vivendo neste mundo devemos viver como herdeiros do Reino, ou seja, mundo vindouro. Aonde vamos nos Encontrar com O Rei dos reis e SENHOR dos senhores.
E hoje, quando fazemos parte de uma igreja, automaticamente precisamos compreender isso. Mudança de mente… Mente impactada. Pois, se você roubava hoje você não rouba mais, se você matava hoje você não mata mais, se você era uma pessoa que perseguia, hoje por Cristo, você é perseguido. E assim vai. Esse pequeno versículo pode desatar muitas coisas no mundo físico para ligar no mundo espiritual e para isso, precisamos entender alguns princípios.

DESENVOLVIMENTO:
        Quando falamos de mudança de mente e mente impactada, estamos falando de dar um mergulho na Palavra de Deus, isto é, quem nasceu para oceano não vivem em aquário (Renê Terra Nova)… Amém! Pois, o nosso Pai nos deixou um testamento e para saber o que está liberado e o que também não está liberado para nossas vidas precisamos ler. Precisamos ganhar tempo para conhecer a vontade de Deus e também do Seu Filho Jesus Cristo.
        Ei! Preste atenção nisso: Viver neste mundo é olhar para traz e desvalorizar a mudança de mente e o impacto que Deus já nos Deus… É observar que, ao passar por alguns lugares percebemos pessoas com a mente cativa, isto é, aprisionada, encarcerada e escravizada.
      Em Cristo é ao contrario, estamos libertos, soltos… Uma vez que, no Reino de Deus é assim, saímos de escravos para servos, e de servos para filhos. Pois, ainda existem pessoas que acham que está na Presença de Deus é perder a liberdade.
      Olha só: Estamos falando para lideres e futuros lideres que vão mudar a realidade desses pais! Amém? Então, precisamos entender isso: O que nos faz líderes incomuns usados por Deus é sairmos do impacto e causarmos mudanças. (Renê Terra Nova) na vida dos nossos familiares, amigos e até mesmo dos nossos inimigos.

        Mas, voltando o texto de Romanos 12. 2 alguns princípios precisamos entender hoje que são:

        Conhecer a vontade de Deus é conhecer o que é bom… E bom nesta palavra é entender o que é adequado, apropriado e o que é capaz. Deus tem coisas boas e maravilhosas, coisas agradáveis e perfeitas para nós. Uma vez que, Deus verdadeiramente quer coisas apropriadas para nós. Na própria Palavra de Deus nos mostra a diferença de está na Presença d`Ele: Onde comenta, se um homem mal, sabe dar boas coisas para seus filhos… Imagina Deus.

Conhecer a vontade de Deus é conhecer o que é perfeito… Deus é o grande criador e tudo que Ele fez ficou muito bom… Porém, quando fez o homem e a mulher, Ele viu que ficou muito bom (perfeição). Deus é perfeito, e como filhos de Deus, temos que ser perfeito diante d`Ele e diante das pessoas. Deus não falha, Deus não erra e Deus não quebra princípios.
A Sua perfeição é tanta, que ao olhar para o mundo, ver como as coisas estavam aqui na terra, Ele pediu para Seu Filho Jesus vim aqui e mostrar a verdadeira identidade do Seu Pai, o Nosso pai. Ou seja, ao entendermos que somos hoje filhos legítimos d`Ele é entender que somos Sua imagem e semelhança.
E você sabe o que isso representa? Que Deus está liberando cura interior neste momento… Já que eu e você compreendemos que somos imagem e semelhança d`Ele e também filho/a… Então o DNA d`Ele está em nós. Sendo assim, somos lindos e perfeitos segundo aos Olhos do Pai.

Existe uma canção que diz: Aos Olhos do Pai, você é uma obra prima, ou seja, produto de excelência (Mas, essa canção só toca quando nasce um bebê), porém ela é profética para nós… Amém! Você crer nisso? Eu creio…

Conhecer a vontade de Deus é conhecer o que é agradável… O Nosso Deus é um Deus que acolhe e sorrir para nós. Aprendemos aqui que os planos d`Ele é diferente dos planos que o mundo nos oferece. Pois, Deus tem planos bons, agradáveis e perfeitos para nós. Ele deseja nos transformar em pessoas com a mente transformadas e renovadas… Mentes impactadas que vivam para honrá-lo e amá-lo todos os dias.
Ao conhecer a Deus através da Palavra d`Ele é compreender o que Ele já liberou sobre a nossa vida: Não tema pois Eu te ajudo. Assim diz o Senhor. Ao andar nos caminhos d`Ele amados é entender que o mundo agora nos odeia, mas Deus nos ama.
Ser prudentes nesta Palavra é entender que a grande parte do comportamento mundano foi descartada na nossa vida e também no nosso ministério. Entretanto, quando compreendemos esse versículo uma coisa acontece que é a mudança de caráter. Verdadeiramente precisamos deixar Deus mudar a nossa historia e ser transformado em uma nova pessoa.

CONCLUSÃO
            Outra forma de conhecer a vontade de Deus é através da oração a intimidade com o Pai… Quando temos comunhão com Ele através da oração, começamos a aprender sobre o que agrada a Deus e o que agrada a Ele é uma mente liberta, uma mente impactada e cheia do Poder do Espírito Santo. Uma vez que, quando levantamos as nossas mãos, confessamos os nossos pecados e aceitamos Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador, o Espírito Santo habita em nós. Amém!
            Deixa Deus transformar você… Deixa Deus mostrar a nobreza d`Ele para você. Já que Ele manda princípios para nós… E esse princípio é “Viver a essência que Ele deseja”. Volto a repetir, esse pequeno versículo é uma chave: É ter certeza de que estamos submissos a Ele e dispostos a fazer o que quer que Ele nos revele.
            Mente renovada e mente impactada é mudança de caráter… Pois, quem vai nos dar direcionamento não é a televisão, não é o rádio, não é o facebook, não é uma canção… É sim, o Deus da Palavra. Uma vez que, quando nossos valores e nossa identidade são moldados a partir da Palavra de d`Ele, vivemos como pessoas livres e fortes… Mas, vivemos PRINCIPALMENTE como príncipes e princesas do SENHOR.
            Que o Eterno nos abençoe grandemente e que a nossa mente seja liberta pelo Poder de Deus em nossas vidas.

Pastor Anderson Magno 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

AS MARCAS DE UM METODISTA


As marcas distintivas de um Metodista não são as suas opiniões de qualquer sorte. O seu assentimento a este ou aquele esquema de religião ou o seu abraçar de qualquer grupo particular de noções, ou o seu esposar o julgamento de um ou outro homem, estão completamente fora de discussão.
Quem quer, portanto, que imagine ser o Metodista um homem de tal ou qual opinião, está ignorando completamente o assunto e confundindo totalmente a verdade. Nós acreditamos, na verdade, que “Toda a Escritura é dada por inspiração de Deus...” e aqui nos distinguimos de judeus, muçulmanos e dos não-cristãos. Cremos que a Palavra de Deus, escrita, é a única e suficiente regra não só da fé como das condutas cristãs, e aqui nos distinguimos dos que pertencem à Igreja Romana. Cremos que Cristo é o eterno e o supremo Deus, e aqui nos distinguimos dos socinianos e dos arianos.
Quanto, porém, a todas as opiniões que não atingem à raiz do Cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar, pois quaisquer que sejam, certas ou erradas, não são as marcas distintivas de um Metodista, como também não o são palavras ou frases de qualquer espécie.
Nós não prendemos a nossa religião, no seu todo ou em parte, a qualquer modo peculiar de falar ou a qualquer conjunto de expressões extravagantes ou incomuns. Preferimos, antes que quaisquer outras, as palavras mais óbvias e simples, para comunicar o que temos para dizer, seja nas ocasiões comuns, seja quando falamos das coisas de Deus.
Conseqüentemente, portanto, nunca nos desviamos de nossa maneira comum de falar, quer voluntária, quer involuntariamente, a não ser quando expressamos verdades da Escritura em palavras da própria Escritura. Presumimos que nenhum cristão condenará tais palavras.
Tão pouco preferimos usar qualquer expressão particular da Escritura mais freqüentemente que outras, a menos que seja usada mais assiduamente pelos próprios escritores inspirados. Colocar as marcas de um Metodista em suas palavras ou em opiniões de qualquer sorte é portanto um grande erro. Não desejamos ser também reconhecidos por ações, usos ou costumes que sejam de natureza inconseqüente. Nossa religião não consiste na maneira em que nos vestimos, na postura de nosso corpo ou no cobrir de nossa cabeça; nem ainda em abstermo-nos do casamento, do comer carne ou de bebidas, que são todas coisas boas, se recebidas com ações de graças.
Portanto, nenhum homem que sabe aquilo que afirma, fixará aqui as marcas de um Metodista: em qualquer ação ou costume secundário, não determinado pela Palavra de Deus. Finalmente, ele não faz de uma parte qualquer da religião o todo dela. Se tu disseres: “Sim, ele o faz, pois pensa: somos salvos somente pela fé,” eu te respondo: tu não entendes as palavras. Por salvação o Metodista entende a santidade do coração e a santidade da vida. E, isto, ele afirma, é cousa que nasce somente da verdadeira fé. Poderá um cristão – mesmo que o seja apenas de nome – negar isto? Será isto o fazer de uma parte o todo da religião? “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira alguma! Antes confirmamos a lei.” (Romanos 3.31).
Nós não colocamos o todo da religião – como muitos fazem, Deus o sabe – quer no não fazer o mal, quer no fazer o bem, ou nas duas coisas, juntamente, visto sabermos, por experiência, que o homem pode esforçar-se anos a fio e não ter, ao final, religião alguma, ou possuir mais do que a que tinha no princípio... “Qual é, então, a marca? Que é afinal um Metodista?” perguntar-me-ás.
            Eu te respondo:
Um Metodista é alguém que tem o amor de Deus em seu coração, pelo Espírito Santo que lhe foi dado; é alguém que ama ao Senhor seu Deus, “com todo o seu coração, com toda a sua alma, com todo o entendimento e força”: alguém que está constantemente exclamando: “A quem tenho eu no céu senão a ti? Nada há sobre a terra que eu deseje além de ti! Meu Deus e meu tudo! Tu és a força do meu coração, e minha porção para sempre!”
Ele está, portanto, feliz em Deus, sim, sempre feliz, como tendo nele “uma fonte d’água a jorrar para a vida eterna,” transbordando a sua alma de alegria e paz. Havendo o “perfeito amor” lançado fora o medo, ele agora se regozija em todo o tempo. Ele se alegra sempre no Senhor, sim, em Deus, seu Salvador e Pai, através de nosso Senhor Jesus Cristo, por quem tem agora recebido a salvação.
Tendo encontrado redenção e perdão de seus pecados por meio do sangue de Cristo, ele não pode senão regozijar-se, sempre que se recorda do horrível abismo do qual foi resgatado; ou quando vê apagadas as transgressões que cometeu, como também todas as iniqüidades de seu viver. Ele não pode senão rejubilar-se sempre que vê em que estado está agora, “sendo justificado gratuitamente e tendo paz com Deus através de nosso Senhor Jesus Cristo.” Aquele que crê possui dentro de si o “testemunho;” sendo agora, pela fé, um filho de Deus.
E, por ser ele um filho, Deus enviou ao seu coração o Espírito de Seu Filho, que clama: “Abba, Pai!” E o Espírito testifica ao seu espírito que ele é também um filho de Deus. Ele também se regozija todas as vezes que olha para a frente, “na esperança da glória que há de ser revelada.” Sim, sua alegria é completa e todo o seu ser exclama: “Bendito é o Deus Pai de nosso Senhor Jesus   Cristo,   que por sua graça abundante regenerou-me para uma viva esperança, de uma herança não corruptível, imaculada e imarcescível ( e reservada para mim nos Céus!).”
E aquele que tem esperança em tudo dá graças, sabendo que esta é a vontade de Deus a seu respeito, em Cristo Jesus. O Metodista recebe, portanto, tudo como que de Deus, dizendo alegremente: “é boa a vontade do Senhor.” Ele bendiz o nome do Senhor, quer ele lhe dê ou dele tire. Já aprendeu a estar contente, qualquer que seja o seu estado. Ele sabe estar abatido ou ter em abundância. Está bem instruído em todas as circunstâncias, não só a ter fartura como a passar fome, a possuir em quantidade ou a ter necessidades.
Ele dá graças do fundo do seu ser, quer na dor ou na ventura, na doença ou com saúde, quer na vida, quer na morte, a quem tudo ordena para o seu bem; sabendo que toda a boa dádiva vem do alto e que das mãos do Pai só vem o bem, ele entrega seu corpo e alma, inteiros e completamente nestas suas mãos de Pai, pois são mãos de um Criador fiel. Ele não fica, portanto, cuidadoso, ansioso ou irriquieto por coisa alguma, pois já lançou todos os seus cuidados sobre aquele que o sustenta e dele cuida. Por isso descansa em Deus com gratidão tudo lhe pedindo em oração. Na verdade ele ora sem cessar. É-lhe dado orar em todo o tempo e não desanimar.
Não que ele esteja sempre na casa de oração – embora não negligencie a oportunidade de lá estar. Nem que ele esteja sempre em seus joelhos – embora freqüentemente esteja – ou em seu rosto, diante do Senhor seu Deus. Ele não está sempre clamando a Deus em alta voz ou invocando-o audivelmente, pois muitas vezes é o Espírito que está intercedendo por ele com “gemidos inexprimíveis.”
O idioma de seu coração, constantemente, em todo o tempo é: “Ó tu, esplendor da eterna glória, meu coração está diante de ti – embora não se ouça a sua voz – e o meu silêncio te fala.” Esta, e somente esta, é a verdadeira prece. Seu coração está sempre elevado a Deus, em todas as horas e lugares. Nisto, ele nunca é impedido muito menos interrompido por qualquer pessoa ou qualquer coisa.
Quer retirado, quer acompanhado, quer no descanso, no trabalho ou conversando, seu coração está sempre com o Senhor. Se ele se deita ou quando se levanta, Deus está em todos os seus pensamentos; ele anda com Deus continuamente e em todo o lugar, como que “vendo aquele que é invisível.”
Enquanto exerce assim o seu amor a Deus orando sem cessar, alegrando-se continuamente e dando graças em todas as coisas, um mandamento está escrito em seu coração; “Aquele que diz amar a Deus ame também a seu irmão.” Por isso ele ama ao seu próximo como a si mesmo e a cada homem como a sua própria alma. Seu coração está cheio de amor à humanidade e para com cada filho do “Pai dos espíritos de toda a carne.” Nenhum obstáculo é ao seu amor o fato de um homem lhe ser desconhecido, mesmo que este seja um tipo cuja vida ele desaprove, pois paga o ódio com boa vontade. Ele ama até mesmo os seus inimigos, sim, os inimigos de Deus, os maus e todos os ingratos.
E se não estiver em seu poder o fazer o bem àqueles que o odeiam, ainda assim não cessa de orar por eles, embora desprezem o seu amor perseguindo-o sempre com insultos. Isto porque ele é “limpo de coração.” O amor de Deus foi o que o purificou de todas as paixões vingativas, da inveja, da malícia e de toda a ira, de todo o gênio mau e de toda a afeição maligna, de onde vem a contenda.
Agora ele se revestiu de “misericórdias, bondade, humildade de mente, mansidão e longanimidade,” de modo que suporta e perdoa, se vem a entrar em conflito com alguém, assim como Deus em Cristo o perdoou. Na verdade, todos os possíveis pontos de contenda são por ele postos à margem. Ninguém pode tirar-lhe o que ele deseja, visto que não mais ama o mundo nem mesmo quaisquer das coisas que são do mundo.
Ele agora está crucificado para o mundo e o mundo, da mesma forma, está crucificado para ele. Ele está morto para tudo aquilo que é do mundo, não só a luxúria da carne ou dos olhos mas também o orgulho da vida. Todo o seu desejo está em Deus e na recordação de seu santo nome. Como isto lhe é agradável, seu único desejo é também o único propósito de sua vida, ou seja, “não o fazer a sua própria vontade, mas a vontade daquele que o enviou.”
 A única intenção do Metodista, em todo o tempo e em todas as coisas, é o ser agradável àquele a quem a sua alma adora, e não a si mesmo. O seu olhar é simples. E por serem deste modo simples os seus olhos, também o seu corpo está cheio de luz.
Na verdade, se os olhos da alma estão continuamente fitos em Deus, nenhuma treva pode subsistir, pois tudo se torna luz, tal como o brilho claro de uma vela enche de luz toda a casa. Deus, então, ali reina sozinho e tudo o que está na alma é santificado ao Senhor. Nenhuma proposta existe em sua alma que não esteja de acordo com a sua vontade. Todo o seu pensar aponta para Deus e ele é obediente à lei de Cristo. É pelos frutos que se conhece a árvore.
O Metodista guarda os mandamentos divinos porque ama a Deus. Não guarda apenas a alguns ou à maior parte deles, mas a todos, do menor ou maior. Ele não se contenta em guardar toda a lei, desobedecendo-a apenas em um ponto; antes, sua consciência está totalmente livre de ofensas, quer a Deus, quer ao homem. Ele evita tudo o que Deus proíbe e faz tudo o que ele aprecia, seja isto cousa grandiosa ou simples, fácil ou difícil, alegre ou pesada ao prazer carnal. Por ter sido libertado, ele agora segue os mandamentos divinos. Esta é a sua glória. Fazer a vontade de Deus assim na terra como nos céus é a sua coroa diária, o seu regozijo. Ele sabe que este é o mais alto privilégio dos anjos do Senhor, que estão cheios do poder: sempre cumprem os mandamentos divinos e sempre ouvem a voz de sua Palavra.
Assim, o Metodista guarda os mandamentos de Deus com todas as suas forças, pois sua obediência é proporcional a seu amor, sendo este a fonte da qual ela flui. E assim, amando a Deus com todo o coração, ele serve com todas as forças de que é dotado. Ele apresenta seu corpo e sua alma, continuamente em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, devotando inteiramente e sem reservas tudo o que tem e tudo o que é à sua glória. Ele emprega constantemente todos os dons que recebeu – como todos os poderes e faculdades de seu ser e todos os membros de seu corpo – de acordo com a vontade do Mestre. Anteriormente ele os entregara ao demônio e ao mal, “como instrumentos de injustiça,” mas agora, “estando vivo de entre os mortos,” ele os entrega a Deus como instrumentos para a prática da justiça. Por isso mesmo, tudo quanto ele faz só visa a glória de Deus.
Ele não apenas visa a isto (o que está implícito no ter os olhos simples) mas realmente o alcança em todos os seus empreendimentos. Os seus negócios, diversões, e vida social, como também as suas orações, tudo serve a este mesmo fim. Quer se assente em casa ou ande pelas ruas, quer se deite ou se levante, ele está promovendo, no que fala ou no que faz, o interesse único de sua vida; quer esteja se vestindo, comendo, bebendo, trabalhando ou divertindo-se dos trabalhos estafantes, ele sempre busca alcançar a glória de Deus por meio da boa vontade e da paz entre os homens.
            A norma invariável do Metodista é sempre esta: “E tudo quando o fizerdes, seja em ação ou em palavra, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando glória a Deus Pai.” Os costumes do mundo não o impedem de correr a carreira que lhe está proposta. Ele sabe que o vício é sempre o vício, mesmo que agora esteja “na moda,” e se recorda de que todos os homens darão conta de si mesmos a Deus.
Por isso ele não pode andar a buscar o mal com toda a gente. Ele não pode andar suntuosamente ou dispor alguma coisa “para a carne, no tocante às suas concupiscências.” Ele não pode “acumular tesouros sobre a terra” assim como não pode carregar brasas em suas próprias roupas. Ele não pode exibir-se com base em qualquer justificativa, “com vestimentas caras e de ouro.” Ele não pode gozar ou tolerar a diversão tendente ao vício, ainda que seja por pouco tempo. Ele não pode falar mal de seu próximo, assim como não pode mentir ao homem ou a Deus.
Ele não pode injuriar a ninguém, pois o amor é o guarda à sua boca. Ele não pode falar palavras vãs; de seus lábios não virá cousa corrupta. Ele também não fala aquilo que não edifica ou não ministra bênção a seus ouvintes. Porém, todas as cousas que são puras, justas, amáveis e de boa fama são as que ele fala e faz, para em tudo adornar o evangelho de Jesus Cristo, nosso Senhor.
            Finalmente, na medida de suas forças, ele faz o bem a todos, amigos e inimigos, ao próximo e ao estranho, e isto em todas as espécies: não só a seus corpos, vestindo os nus, dando de comer a quem tem fome, mas, muito mais que isto, procurando o bem de suas almas, de acordo com os dons que vêm de Deus. Ele desperta os que já estão dormindo, prestes a morrer. Ou leva aqueles que reconhecem o valor remidor do sangue de Cristo a buscar a justificação pela fé, para que tenham a paz com Deus. Ele convoca os que já estão pacificados a fim de que transbordem em amor e em boas obras.
            Para isto ele está pronto a gastar o que tem e a si mesmo, até ao ponto de ser oferecido em sacrifício e em serviço pela fé que eles tenham, a fim de que possam alcançar a medida da estatura e a plenitude de Cristo. Estes são os princípios e práticas de nosso grupo. Estas são as marcas do verdadeiro Metodista. Os que são assim chamados desejam distinguir-se dos demais tão somente por isto. Se alguém disser: “Mas ora, estes são apenas os princípios comuns e fundamentais do Cristianismo,” é isto exatamente o que eu quero dizer. Esta é exatamente a verdade.
Não há quaisquer outros princípios fundamentais. Eu gostaria que toda gente entendesse que eu, e todos quantos os que me seguem (os Metodistas), veementemente nos recusamos a sermos distinguidos dos outros homens a não ser pelos princípios do Cristianismo – o simples, o velho Cristianismo, é o que eu ensino, renunciando e detestando a todos os demais sinais que sirvam para a distinção.
Qualquer pessoa que seja o que eu proclamo (qualquer que seja a denominação que prefira, pois nomes não mudam a essência das coisas) é um Cristão, não apenas de nome, mas de vida e de coração. Ele se ajusta interna e externamente à vontade de Deus, tal como foi mostrada na Palavra escrita que nos foi dada. Ele pensa, fala e vive de acordo com o modelo que foi posto na revelação do próprio Jesus Cristo. Sua alma é renovada em toda a verdadeira justiça e santidade, segundo a imagem de Deus. Assim, tendo a mente de Cristo ele anda como também Cristo andou. Nós nos esforçamos por estas marcas e por estes frutos de uma fé verdadeira, buscando uma distinção do mundo descrente, e de todos aqueles cuja vida e mentalidade não se ajustam ao evangelho de Cristo.
De modo algum, porém, queremos nos distinguir dos cristãos reais – qualquer que seja sua denominação – como também daqueles que, sinceramente, buscam aquilo que reconhecem ainda não possuem. “Pois quem quer que faça a vontade de meu Pai, que está no Céu, este é meu irmão, irmã ou mãe.”
E assim vos rogo, meus irmãos, pelas misericórdias de Deus, que não sejais divididos entre vós. É o teu coração reto para comigo, assim como o meu o é para contigo? Eu nada mais pergunto. Se assim o for, dá-me a tua mão. Não destruamos a obra de Deus por causa de simples termos e opiniões. Tu serves e amas a Deus? Isto é o bastante. Estendo-te a minha mão direita em sinal de comunhão.
Se há qualquer consolação em Cristo, se há qualquer conforto no amor, se há comunhão no Espírito, lutemos juntos pela fé evangélica, andando de maneira digna da vocação a que fomos chamados, com toda a humildade e mansidão, assim também com longanimidade. Suportemo-nos uns aos outros em amor e esforcemo-nos por manter a unidade do Espírito, no vínculo da paz, lembrando sempre que há um só corpo como também um só Espírito, pois nossa vocação está em apenas uma esperança: “um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que está sobre todos, age por meio de todos e está em todos”.

 John Wesley (Traduzido de “Tidings”, com a devida permissão por Maria Inês Paixão Lopes) [1]



[1]  http://www.metodista-rio.org.br – Acesso em 25 de maio de 2015